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Sistema SLACKSTONE II®, a solução natural para preparar Água Dialítica

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Fundamento Físico
O Sistema SLACKSTONE II® para preparar Água Dialítica : Fundamento Físico
Fundamento Físico1

Os corpos com estrutura cristalina estão constituídos pelos agrupamentos de elementos simples (chamados "recintos de Weiss") formados por sua vez por moléculas unidas por forças de atracção "iónicas".

Estes corpos cristalinos possuem uma orientação determinada das suas moléculas e consequentemente dos seus átomos, muito estáveis e portanto com uma quantidade de energia mínima. O resultado é uma forma e um volume muito definido, segundo os distintos sistemas da cristalização.

Há que ter em conta que, embora essa energia seja muito pequena, existem sempre campos eléctricos entre os seus recintos articulados.

Os campos eléctricos estão regidos pela Lei de Colombo, que basicamente diz:

  • As forças de atracção ou repulsão entre duas partículas, são directamente proporcionais às suas cargas iónicas (conhecidas como ligações em química).
  • Esta força é inversamente proporcional à distância entre as partículas (porque a proximidade aumenta as forças de atracção ou repulsão).
  • É também inversamente proporcional a um factor, denominado "constante eléctrica média. Este factor é de grande importância neste caso, porque o que se pretende é modificar a constante dieléctrica da água.

Quer dizer, que o que se trata é de criar um campo electrofísico que modifique as características da molécula da água.

Analisaremos agora as características da molécula da Água:

POLO DA ÁGUA

DIPOLO DEL AGUA
  • A molécula da água normal (H2O) é constituída por dois átomos de hidrogénio (H) e um de oxigénio (O), unidos por ligações químicas.
  • A união entre os átomos de hidrogénio e oxigénio, têm uma distância e uma orientação definida e constante.

ÁTOMO DA ÁGUA ORDINÁRIO

ÁTOMO DE AGUA ORDINARIO

& = 105º

  • A molécula da água não é assimétrica, e precisamente pela sua assimetria constitui um pólo (+/-) que tem um momento polar permanente.
  • Os pólos têm a característica de que, quando são colocados dentro de um espaço eléctrico se orientam, podendo a sua carga negativa passar a positiva no campo e a positiva passar a negativa do mesmo.
  • O resultado é que um pólo eléctrico diminui a atracção entre cargas de sinal distinto.

A consequência é que estes pólos de constante eléctrica alta, como a água, diminuem as forças de atracção entre as moléculas que formam os cristais, e a capacidade de combinação dos seus átomos (H e O) sendo o que produz a dissolução de muitos corpos, especialmente os sais.

Quer dizer, que a água, por si só, tem uma grande capacidade para dissolver cristais, graças ao seu elevado poder eléctrico.

O que se trata de conseguir com o Sistema SLACKSTONE II® é aumentar mais essa capacidade de dissolver que tem a água, com o que se poderá dissolver sais com cristais de grande coesão e baixa solubilidade.

Isto consegue-se aumentando no momento do pólo, quer dizer, a assimetria da molécula da água.

Por isso há que influir a distância e colocação dos átomos de H e O. Assim se consegue separar o átomo O, os átomos de H, e diminuir o ângulo de colocação especial dos mesmos, respeitando o que o momento polar aumentaria.

ATOMO DIPOLARIZADO DA Água Dialítica

ATOMO DIPOLARIZADO DE 'Agua Dialítica'

&' = <105º

Se compararmos agora as duas figuras anteriores, observaremos:

ÁTOMO DE ÁGUA ORDINÁRIO 

ÁTOMO DE AGUA ORDINARIO

& = 105º

ÁTOMO DIPOLARIZADO DA Água Dialítica

ATOMO DIPOLARIZADO DE 'Agua Dialítica'

&' = <105º

  • Que o ângulo &' é menor que &.
  • Que a distância entre os átomos H com relação ao  O: d' é maior que d.
Esta nova posição dos seus átomos da água (Água Dialítica) lhe dá :

  • Maior momento dipolar (maior energia).
  • Maior dieléctrica constante.
  • Maior poder para diminuir as forças de coesão de outros elementos cristalinos.
  • Maior capacidade de dissolver sais minerais.

Como se consegue?

É necessário uma energia que modifique a posição dos átomos que constituem a molécula de H2O.

Se fornecermos uma forte energia externa potente (ex: electricidade) corremos o perigo de que os efeitos sejam tão fortes que destruiriam a própria molécula (electrolises).

Necessitamos de uma energia que modifique a molécula, mas que não chegue a destruir, o suficiente para que "desloque" ligeiramente os átomos H em relação ao O.

Esta energia é a que se obtém com o procedimento patenteado do Sistema SLACKSTONE II®.

Este apresenta-se numa ampola de vidro (duas em cada embalagem), hermeticamente fechada, cujo interior se encontram macro cristais, com um tamanho determinado, de cloreto de sódio e cloreto de lítio, devidamente tratados para facilitar a transmissão energética através do vidro da ampola.

Da união destes cristais produz-se a emanação de uma energia, de intensidade distinta segundo a colocação dos cristais e portanto, dos seus átomos.

Esta energia que chamamos electrostática, que produz-se entre os distintos cristais, formando pequenos campos electrostáticos, cujo energia se transmite perpendicularmente às suas caras e faces cristalinas.

Por isso é muito importante que estes cristais tenham um tamanho determinado, pois se fossem como pó, os campos seriam muito numerosos mas de uma amplitude pequena, e se fossem maiores, o contacto seria menor e a distância (que faz diminuir a potência energética) seria demasiado grande.

As ampolas de cristal, utilizadas no Sistema SLACKSTONE II®, não são o único modo de pôr em contacto essa energia com a água que se deseja modificar, mas resolve-se como o modo mais adequado para fechar os cristais de sódio e lítio que revelam centenas de pequenos campos electrostáticos que, somados, geram um campo circular em torno da ampola. Por outro lado, o vidro, de características especiais, que se utiliza na fabricação das ampolas do Sistema SLACKSTONE II®, permite a passagem dessa energia.

EFEITO DIALÉCTRICO

EFECTO DIELÉCTRICO

A ampola do Sistema SLACKSTONE II®, posta em contacto directo na água, durante não menos 24 horas, faz com que a energia electrostática que produz, modifique o pólo desta, alterando ligeiramente a disposição dos seus átomos e carregando-a por sua vez de energia dietética ou polar, com capacidade para dissolver e desagregar outros corpos cristalinos, como por exemplo, os sais pouco solúveis de cálcio.

Esta Água Dialítica, que chamamos assim pelo seu poder desagregante, obtém-se pois, por métodos puramente físicos.

Esta energia potencial, também é ligeiramente radioactiva, como se pode comprovar com um contador Geiger-Muller, tanto sobre a ampola, como sobre a Água Dialítica tratada.

Igualmente pode-se comprovar em laboratório, de maneira significativa, a maior capacidade de solubilizar sais da Água Dialítica.

Ampliação de dados referidos no Fundamento Físico2

O procedimento patenteado registado e sob o nome de SLACKSTONE II®, está baseado na natureza e propriedades do estado sólido da matéria, e em particular do seu estado cristalino.

Os cristais estão constituídos por agrupamentos de elementos simples (chamados "recintos de Weiss") formados por sua vez de moléculas unidas por forças atractivas "iónicas", forças "coesivas" de valências secundárias (Van der Waals), etc.

Estes sistemas exigem uma orientação da molécula e consequentemente uma distribuição dos átomos muitos estáveis e de energia mínima, segundo o número de electrões e os "spins" correspondentes dos ditos átomos; o resultado é uma forma volumétrica predominante conhecida como "sistemas de cristalização", por exemplo sistema cúbico, hexagonal, monoclínico, triclínico, etc., com propriedades diferentes segundo a inclinação, por exemplo de um raio luminoso, um esforço etc., realizada com respeito aos "eixos de cristalização" do corpo cristalino.

Agora bem, as forças físicas iónicas de coesão, etc. indicadas anteriormente são consideradas em conjunto relativamente grande, mas são pequenas na individualidade de cada átomo e cada molécula, portanto, se "atacarmos" estas moléculas por um sistema de "acção individualizada", podemos conseguir desintegração, ou melhor, a desagregação dos agregados cristalinos.

Por outro lado, nestes agregados cristalinos encontram-se mais indefesas aquelas moléculas que formam as arestas e os vértices externos dos ditos agregados cristalinos, e consequentemente, estas partes mais externas podem-se desagregar facilmente, de modo que resultem os elementos cristalinos com os seus vértices achatados e reduzidos na sua longitude e também no volume aparente do conjunto.

Todas estas forças de atracção entre as moléculas de um cristal dependem do meio em que o cristal se encontre.

Não tem sido necessário expressar por fórmulas matemáticas o valor dessas forças (atractivas e coesivas); para nosso conhecimento basta saber que diminuem tanto mais quanto mais elevado é "coeficiente dieléctrico" do meio (ε).

Como fórmula aproximada para determinadas condições físicas, aceita-se como valor do campo eléctrico de uma carga pontual eléctrica Q1 no ponto P2 distante (r12) a expressão:

E1= Q1
-----------
4πε2r12

e a força mecânica resultante sobre uma carga (pontual) Q2:

f12= Q1Q2
-----------
4πε2r12

 

Se em vez de uma carga pontual, tiver um corpo polarizado de "momento dipolar" constituído por duas massas (+q) e (-q) à distância mútua D, tende-se na direcção do eixo de dipolarização (cosO=1):

Ep = - 1
----
4πε
2qΔ
-----
r312
cosO0 = - 1
----
4πε
2qΔ
-----
r212
1
----
4πε
2M
-----
r212
1
----
4πε

·

2M
-----
r212


O termo () que é chamado "momento do dipolar" o seu valor depende da natureza do corpo dipolarização (água, glicerina, nitrobenzol, álcool etílico, etc) declarados por ordem descendente.

De acordo com esta teoria de estado sólido e cristalino da matéria, cremos que (tendo conhecimentos da física) se compreenda bem esta ampliação do fundamento do Prof. Dr. José Ignacio Martín-Artajo Alvarez.

Como segunda ampliação dos dados sobre o "Fundamento Físico" do Sistema SLACKSTONE II® e como resposta a diversas consultas realizadas por alguns profissionais sanitários, a partir da 6ª edição, incluímos a seguinte informação adicional.

Primeiro deveremos indicar que é necessário ler detalhadamente este Capítulo, principalmente a parte do "Fundamento Físico".

1.- SOBRE OS COMPONENTES DA AMPOLA

A presença de Cloreto de Sódio e Cloreto de Lítio nas ampolas SLACKSTONE II®, deve-se principalmente a à similitude das suas propriedades:

  • Ambos são metais alcalinos do Grupo II
  • São muito reactivos e bons condutores da electricidade
  • Têm muita afinidade:
Propriedades (algumas) Na Li
Estado
Estrutura cristalina
Estado Iónico
Energia de Ionização (kJ.mol-1)
Afinidad e Electrónica (kJ.mol-1)
Electronegatividade (escala Pauling)
Entalpía de Fusão (kJ.mol-1)
Ponto de Fusão (oC)
Ponto de Ebulição (oC)
Densidade (kg/m3 20oC)
Radio Atómico (pm)
Radio de Van der Waals
Estado de oxidação
Compartem valências nos seus átomos
(Têm a mesma configuração electrónica na última capa)
Sólido
Cúbica
centrada
4, 6
494
+53
0.93
2.64
97.8
883
971.2
191
0.0
-1, +1
Na )2e-) 8e-) 1e-
Sólido
Cúbica
centrada
4, 6
519
+60
0.98
4.6
180.5
1342
534
152
0.0
-1, +1
Li ) 2e-) 1e-

Os minerais são preparados mediante um processo próprio e exclusivo de micro-encapsulação (um dos objectos das patentes da ampola SLACKSTONE II®).

Como curiosidade, indicaremos que o Cloreto Sódico que utilizamos (Sal Gema, Halita) tem a sua origem no período de mioceno (à 10/15 milhões de anos). Pela sua pureza e transparência denomina-se "sal do espelho".

Por outro lado, o Aldeído Cinâmico, pelo seu elevado momento dipolar, utiliza-se como potenciador na transmissão da acção (energia electrostática) dos minerais citados na água. Põe-se como um cordão, que deve unir os pólos norte e sul da ampola.

A presença de Cloreto de Sódio, Cloreto de Lítio e de Aldeído Cinâmico na composição da ampola SLACKSTONE II® devem-se exclusivamente às suas propriedades físicas em conjunto, não às químicas. O nosso Sistema é um processo de pura física.

Se víssemos estes componentes pela sua acção química exclusivamente, cometeríamos um grave erro, por exemplo:

Usos do Sodio

  • Componente essencial do espaço extra-celular dos seres vivos
  • Na alimentação utiliza-se como nutriente essencial, conservador de alimentos, condimento (na forma de cloreto)
  • Refrigerante (alternador de calor) em reactores nucleares
  • Fabricação de anti-detonantes nas gasolinas
  • Redutor da obtenção de outros metais
  • Detergentes, branqueadores, fabricação de papel e têxteis
  • Iluminação pública
  • Fertilizantes (na forma de nitrato)
  • Em óptica e como agente fixador na fotografia
  • Utilizava-se como meio de pagamento aos legionários romanos (salário)

Usos do Lítio

  • Na medicina, como medicação anti depressiva (carbonato)
  • Fabricación de lubricantes (estearato)
  • Carburantes, aleaciones muito duras, electrodos de baterías (ánodos)
  • Cerâmica e vidros especiais
  • Refrigerante
  • Absorvente de humidade em equipamentos de ar condicionado (Bromuro e Cloreto)
  • Para insuflar salva-vidas e como combustível de foguetes)
  • Sistemas de ventilação e purificação do ar em submarinos1 e naves espaciais para eliminar o dióxido de carbono (hidróxido)

Usos do Aldeído Cinâmico

  • Elaboração de sabores para a industria alimentar e farmacêutica
  • Preparação de fragrâncias de cosméticos e perfumes
  • Como estimulante da função digestiva

2.- SOBRE O VIDRO DA AMPOLA

O vidro da ampola deve reunir também características especiais (ver quadro), para permitir a passagem desta energia, sem perdidas nem variáveis, e por outro, o processo tem também que ver com a refracção da luz (Equações de Maxwell).

A ampola SLACKSTONE II® está hermeticamente fechada e no seu conjunto podemos considerá-la como uma pilha ou bateria.

Portanto, os seus componentes nunca entram em contacto com a água a tratar e a emissão da energia até à água produz-se exclusivamente através do vidro da ampola.

Num caso acidental em que se rompa a ampola, esta já não servirá para o processo e deve ser substituída por uma nova. Se, por descuido, se ingerir o líquido resultante, o mesmo tem um intenso sabor salgado e amargo. No caso de se continuar a tomar a dita solução, produziria-se alguns transtornos digestivos (diarreia).

O Lítio contido na ampola (na forma de cloreto) não supera as 500 mg. Advertimos que o uso medicinal do Lítio (na forma de Carbonato) em tratamentos anti-depressivos, a dose diária recomendada é de 600 mg.

CARACTERISTICAS DO VIDRIO
DA AMPOLLA
SLACKSTONE II®

Tipo de vidrio Fiolax blanco I
Diâmetro do tubo 17,25 mm.
Coeficiente de dilatação linear α 20/300 in 10 -6K 4,9
Temperatura de transformação (Tg) 560oC
Temperatura do vidro nas seguintes viscosidades:
(a Pas = Poise)     10 13.0 565oC
10 7.6 783oC
10 4.0 1.160oC
Densidade 2,39 g/ml
Composição química (em % de peso aprox.) 
Elementos principais
SIO2 (Oxido silícico) 75 % 
TIO2 (Oxido titânico)
B2O3 (Oxido bórico) 10 % 
Al2O3 (Oxido alumínico) 5 %
Fe2O3 (Oxido férrico)
Na2O (Oxido sódico) 6 %
K2O (Oxido potássico)
BaO (Oxido bárico) 2,5 % 
CaO (Oxido cálcico) 1 %
MnO2 (Oxido mangânico)
Classe hidrolítica (DIN 12 111) 1
Classe de acidez (DIN 12 116) 1
Classe de álcali (DIN 52 322) 2

3.- SOBRE O SISTEMA SLACKSTONE II®

Primeiramente deveremos ter em conta este conceito:

A água denomina-se como "o dissolvente universal", por ser o líquido que mais substâncias dissolvem.

Por ter moléculas bipolares, a água é um grande meio dissolvente de compostos iónicos, como sais minerais.

A água no estado normal (ângulo de 105o) e por si só dissolve solutos hidrofílicos não ionizados e ionizados, de baixo e elevado peso molecular, como disoluções perfeitas e suspensões sobre a base da sua constante dieléctrica, momento dipolar e concentração de solutos. Quando estes corpos cristalinos são hidrofóbicos e anfipáticos, intervêm forças iónicas de coesão (Van der Waals), forças de atracção entre moléculas e elementos cristalinos (recintos de Weiss), etc.

A água cobre todas as moléculas (no nosso caso as dos cálculos, areias e micro-cristais presentes no organismo e em qualquer lugar em que se encontrem) em razão da polaridade e os pontos de hidrogénio ou uniões não covalentes formadas com moléculas, partes de moléculas e iões.

O maior momento dipolar (maior energia) corresponde uma maior solubilidade da água.

A través da ampola SLACKSTONE II® submete-se a água normal à radiação electrónica de sais alcalinas, ligeiramente activas, e por um período de 24 horas (o distanciamento máximo entre as moléculas da água produz-se em 24 horas, e também o máximo aumento do conjunto de rotações, spins). Produz-se, por acção física, uma modificação da disposição molecular da água que dá lugar à Água Dialítica.

Em relação à água normal, a Água Dialítica tem um maior momento dipolar (maior energia), maior constante dieléctrica do meio, maior poder para diminuir as forças de coesão de elementos cristalinos e maior capacidade para dissolver sais minerais.

A Água Dialítica, uma vez incorporada no organismo e por uma acção de imediação, faz debilitar de forma progressiva e acumulativa as ligações iónicas dos aglomerados cristalinos, formados (como já indicado anteriormente) por forças iónicas de coesão (Van der Waals), forças de atracção entre moléculas e elementos cristalinos (recintos de Weiss), etc.

Esta acção vai desagregando a capa molecular destes aglomerados, fazendo com que se desprendam as partes mais vulneráveis, como são os picos e arestas. Quando os aglomerados são de grande tamanho, produzem-se fragmentações progressivas.

O nosso Sistema SLACKSTONE II® (essa maior energia que emite a ampola) tem o seu fundamento nos electropares de interfase (no nosso caso cristal-cristal). Estes electropares dependem dos movimentos dos electrões de um e outro metal alcalino, com as suas alternâncias de aproximação e afastamento das cargas eléctricas e dos seus spins correspondentes.

A emissão de energia da ampola SLACKSTONE II® pode-se medir por diversos métodos, mas talvez o mais espectacular seja a que figura na "Informação sobre fotografías Kirlian".

4.- SOBRE A ENERGIA DA AMPOLA SLACKSTONE II®

A energia electrostática da ampola SLACKSTONE II® somente se descarga na presença de água e é suficiente para preparar 40 copos de Água Dialítica. Passado esse tempo, terá de ser substituída por uma ampola nova.

A energia que se transmite à água, é transitória e dura enquanto o campo carregado (a ampola) se mantenha suficientemente próxima da água a tratar. Por este motivo deverá ingerir-se a Água Dialítica imediatamente após a sua preparação (ver prospecto), processo que demora 24 horas aproximadamente, tempo suficiente para modificar todas as moléculas da massa de água recomendada (250 c.c.)

Por esta razão, não podemos engarrafar Água Dialítica preparada, como muitas vezes nos têm recomendado.

Ao retirar da água a fonte de energia (a ampola SLACKSTONE II®) a posição molecular que foi modificada, volta à posição inicial (ângulo de 105o), mas isto não sucede de forma instantânea. Agua Dialítica ingerida metaboliza-se na organismo em 30/45 minutos, tempo suficiente para que as suas moléculas modificadas não se voltem a transformar outra vez em água normal.

A massa da ampola tem relação directa e é proporcional com a massa de água a tratar.

A ampola SLACKSTONE II® não tem outro fim que seja o meio para transformar a água normal em Água Dialítica.

A Água Dialítica é a que tem propriedades para eliminar e/ou impedir que se formem corpos cristalinos no organismo (todo o tipo de cálculos, areias, micro-cristais, etc., em qualquer lugar que se encontrem).

O Sistema SLACKSTONE II® para preparar Água Dialítica vende-se (desde 1966) em caixas com 2 ampolas (para 40/80 dias de tratamento) e está presente em vários países.


1. Este estudio físico ha sido realizado basándose en los realizados por los Dres. D. Carmelo Hoyos Fitto, D. José Ignacio Isusquiza Carro y D. Jesús Piernas Manzano; y publicado en el libro titulado "LA LITIASIS RENAL" (ISBN 84-500-5204-1).

2. Véase a este propósito el libro titulado "CAMPOS ELÉCTRICOS Y MAGNÉTICOS" de J.I. Martín-Artajo (Editorial Aguilar, Madrid 1984).

3. Cada gr. de Hidróxido de Litio consome 0.51 gr. de CO2. O Padre Martín-Artajo (inventor do Sistema SLACKSTONE II7) foi o pioneiro destas investigações e patenteou vários sistemas e procedimentos que foram importantes (Submarino "Almirante Mimitz").
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